O Prémio Nobel (e-bog) af Benarroch, Mois
Benarroch, Mois

O Prémio Nobel e-bog

68,60 DKK
“Como em muitos destes encontros não me chegava a convencer de que eram reais, não tinha a certeza se os havia imaginado, ou antes escrito, pelo menos na minha mente, ou se tinham acontecido de verdade. Sentia-me esquizofrénico e como num desses filmes em que de repente o personagem principal se encontra numa instituição de saúde mental onde lhe explicam  pouco a pouco que tudo o que viveu durant…
“Como em muitos destes encontros não me chegava a convencer de que eram reais, não tinha a certeza se os havia imaginado, ou antes escrito, pelo menos na minha mente, ou se tinham acontecido de verdade. Sentia-me esquizofrénico e como num desses filmes em que de repente o personagem principal se encontra numa instituição de saúde mental onde lhe explicam  pouco a pouco que tudo o que viveu durante os últimos anos, ou em toda a sua vida, não foi mais que fruto da sua mente. Mas então não estarão todos os escritos loucos? Não inventam por acaso a cada dia as suas próprias vidas? Não as estão imaginando a cada minuto?”Neste romance curto acompanhamos o vaguear de um escritor que, entre as ruas da cidade de Irxal, os cafés de sempre, a casa da família de sempre e o hospital psiquiátrico onde está internado um escritor amigo, se deixa perder no limbo instável entre o real e da ficção. No todo “de sempre”, a cada esquina uma surpresa.  A literatura e a realidade fundem-se, personagens ganham corpo e escritores perdem-se na dúvida da sua própria existência.E nós, leitores, podemos estar seguros do limite entre o real e a ficção? Ou vivemos todos num  limbo delicado, também nós com um pé entre o real e o imaginado?   
E-bog 68,60 DKK
Forfattere Benarroch, Mois (forfatter), Crisostomo, Raquel (oversætter)
Udgivet 11.07.2019
Genrer FA
Sprog Portuguese
Format epub
Beskyttelse LCP
ISBN 9781071500231

“Como em muitos destes encontros não me chegava a convencer de que eram reais, não tinha a certeza se os havia imaginado, ou antes escrito, pelo menos na minha mente, ou se tinham acontecido de verdade. Sentia-me esquizofrénico e como num desses filmes em que de repente o personagem principal se encontra numa instituição de saúde mental onde lhe explicam  pouco a pouco que tudo o que viveu durante os últimos anos, ou em toda a sua vida, não foi mais que fruto da sua mente. Mas então não estarão todos os escritos loucos? Não inventam por acaso a cada dia as suas próprias vidas? Não as estão imaginando a cada minuto?”
Neste romance curto acompanhamos o vaguear de um escritor que, entre as ruas da cidade de Irxal, os cafés de sempre, a casa da família de sempre e o hospital psiquiátrico onde está internado um escritor amigo, se deixa perder no limbo instável entre o real e da ficção. No todo “de sempre”, a cada esquina uma surpresa.  A literatura e a realidade fundem-se, personagens ganham corpo e escritores perdem-se na dúvida da sua própria existência.
E nós, leitores, podemos estar seguros do limite entre o real e a ficção? Ou vivemos todos num  limbo delicado, também nós com um pé entre o real e o imaginado?